Estratégia

a edp

Visão estratégica

As linhas estratégicas que fundamentam a atividade do Grupo EDP assentam em três pilares: risco controlado, eficiência superior e crescimento focado.

Esta estratégia, delineada em 2006, tem-se mostrado adequada face à evolução do contexto empresarial, em especial no que respeita ao setor das Utilities europeias. Conheça a nossa agenda estratégica.

Agenda Estratégica EDP

Queremos continuar a impulsionar o futuro com energias limpas e manter uma estratégia de baixo risco para os acionistas.

O nosso objetivo primordial para o triénio 2014-2017 é continuar a crescer de forma sustentada, através de um perfil de negócio de baixo risco e de eficiência que nos permita alcançar retornos atrativos.

Agenda estratégica EDP 2016-2020 em 5 pontos

Crescimento Focado
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1

EBIDTA / CAGR 20151- 20

Crescimento focado com investimento líquido médio de 1,4 mil milhões de euros por ano, entre 2016 e 2020, sobretudo em capacidade renovável com contratos de venda de energia de longo prazo, permitindo um crescimento médio de 3% ao ano do resultado bruto operacional.

Continuação da desalavancagem financeira
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2

Dívida líquida /EBITDA

Continuação da desalavancagem financeira, visando atingir um rácio de dívida líquida/ resultado operacional bruto (EBITDA) de 3 vezes em 2020, partindo de um rácio ajustado de 4 vezes em 2015. O custo médio da dívida deverá cair para 4,2% em 2020.

Manutenção Perfil baixo risco
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3

% EBITDA Regulado/ contratado a longo prazo

Manutenção de perfil de baixo risco, perspetivando-se que 76% da capacidade instalada, em 2020, seja renovável, e que a média da vida residual dos ativos seja de 21 anos no mesmo período. A percentagem do resultado operacional bruto, em 2020, proveniente de negócios regulados ou com contractos de venda de energia de longo prazo, deverá ser de 75% em 2020.

Reforço da Eficiência
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4

Opex/ Margem Bruta

Reforço da eficiência é outro eixo estratégico, e será feito com novo programa de corte de custos anuais com o objetivo de gerar poupanças de 200 milhões de euros, em 2020, e 700 milhões de euros, acumulados no período de 2016-2020. Neste sentido, o rácio de custos operacionais por margem bruta deverá baixar para 26%, em 2020.

Entregar retorno atrativo
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5

EPS CAGR / DPS FLOOR 20151- 20

Retorno atrativo para os acionistas: o dividendo por ação mínimo sobe 3% dos 0,185 euros, em 2015, para 0,19 euros em 2016. O objetivo é que o dividendo por ação represente entre 65% a 75% do resultado líquido, por ação, no período 2016-2020. Quanto ao resultado líquido por ação deverá crescer, em média, 4% ao ano.