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EDP apoia iniciativa do governo francês para uma internet mais segura

Segunda-Feira 12, Novembro 2018

“Paris Call for trust and security in cyberspace” lançada hoje no Fórum da Pazpelo Presidente francês, Emmanuel Macron

A EDP associou-se à Paris Call for trust and security in ciberspace, uma iniciativa lançada hoje pelo governo francês, que pretende tornar o acesso e uso da internet mais seguro, aberto e acessível. A carta de intenções foi apresentada hoje pelo Presidente francês, Emmanuel Macron, no Fórum da Paz, em Paris, com o objetivo de estimular governos, ONG e empresas privadas a celebrarem acordos e desenvolverem medidas concretas para tornar o ciberespaço mais fiável.

 

Devido à importância cada vez maior da internet e do ciberespaço no mundo atual, e numa altura em que os ciberataques são mais frequentes e mais destrutivos, os signatários deste documento acreditam que só em conjunto será possível proteger o ciberespaço e que os principais agentes e entidades têm responsabilidade partilhada de melhorar a segurança e a confiança dos cidadãos nestas àreas.

 

 

A declaração Paris Call foca, por exemplo, os ciberataques e a censura online, e pretende encontrar medidas concretas para combatê-los. O documento foi subscrito por vários países europeus, por Organizações Não Governamentais e por empresas do setor privado como a EDP, a Microsoft, a Accenture e a Cisco.

 

 

A EDP reconhece a cibersegurança como uma prioridade de topo. Estamos cientes da nossa responsabilidade na gestão de infraestrutura crítica, bem como dos dados dos nossos clientes e colaboradores. O nosso desempenho na defesa dos nossos recursos tem um impacto nos direitos humanos e na segurança da sociedade. Acreditamos que a confiança no ciberespaço é fundamental para liderar negócios e no desenvolvimento económico e social, afirma José Ferrari Careto, diretor da Digital Global Unit da EDP.

 

 

Os subscritores do documento condenam os ciberataques, principalmente os que resultam em prejuízos para cidadãos ou infraestruturas cráticas, e apelam a uma proteção maior contra estas ofensivas. Os signatários reafirmam que a Lei Internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas, aplica-se ao uso da informação e das tecnologias de comunicação, e defendem que são aplicados ao uso da internet os mesmos direitos de quando os cidadãos estão offline, nomeadamente os que estão protegidos pela Lei Internacional dos Direitos Humanos.

 

 

Por estas razões, a Paris Call pede uma colaboração urgente entre governos, o setor privado e a sociedade civil para criar novos padrões de cibersegurança, que permitam às organizações e instituições protegerem-se de forma mais adequada. Os signatérios comprometem-se a ajudarem-se a prevenir ou recuperar de ciberataques, reforçar a capacidade de prevenir interferências externas em processos eleitorais, melhorar a segurança dos processos digitais, entre outros.