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Modelo de Governo do Risco

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Modelo de Governo do Risco

O Grupo EDP adota um modelo de governo do risco amplamente aceite na literatura mais relevante, que assenta no princípio das três linhas de defesa internas, podendo, em determinadas situações, ser complementado por uma quarta linha de defesa externa, sob a forma de auditoria externa e regulação/supervisão.  Cada linha de defesa integra entidades e fóruns específicos ao nível Corporativo e das Plataformas e Regiões, garantindo coordenação, evitando sobreposições e promovendo uma atuação articulada em toda a organização.

Modelo de Governo do Risco das Três Linhas de Defesa

O diagrama apresenta três linhas: Negócio, Risco e Auditoria, com Auditoria Externa e Regulação ou Supervisão representadas em colunas verticais laterais. Na parte inferior, os Comités Operativos e os Comités de Risco reportam ao EBD e posteriormente ao CGS através do FMC.

A gestão do risco é corporizada pela Risk Business Enablement Function (Risk), englobada por Centros de Excelência (CoE) e Business Partners de Plataforma (BP) abrangentes, garantindo uma articulação e comunicação fluidas em toda a EDP relativamente às principais fontes de exposição e medidas de mitigação de riscos. Adicionalmente, são também definidos focal points regionais para assegurar uma perspetiva transversal do risco de cada região e servir de ligação à organização da Região.

Funções Corporativas

A estrutura inicia-se com a Liderança de Risco, CoE Corporate, CoE Counterparty, CoE Financial e pontos focais regionais. Estes ligam-se ao Conselho Executivo através de um círculo e de um bloco central com o Risk Monitoring Committee e o Financial Risk Committee. A camada inferior inclui quatro blocos MT ligados a quatro blocos BP RISK através de setas tracejadas ascendentes.

Hierarquia e estrutura de reporte:

  • Governação de topo:
    • Liderança de Risco
    • CoE Corporate
    • CoE Counterparty
    • CoE Financial
    • Pontos focais regionais
  • Governação executiva:
    • Conselho Executivo
    • Risk Monitoring Committee
    • Financial Risk Committee
  • Camada operacional:
    • MT Renewable Generation Assets com BP RISK Renewable Generation Assets
    • MT Client Solutions com BP RISK Client Solutions
    • MT Global Energy Management com BP RISK Global Energy Management
    • MT Global Business Services com Insurance
  • Significado das ligações:
    • Seta contínua: reporte único
    • Seta tracejada: reporte duplo
  • Abreviaturas:
    • CoE significa Centre of Excellence
    • BP significa Business Partner
    • MT significa Management Team

Adicionalmente, o Grupo dispõe de vários Comités de Risco, onde a gestão de topo e especialistas relevantes se reúnem para analisar, discutir e aconselhar sobre exposições de risco chave do Grupo, respetivos limites e medidas de mitigação. 

A estratégia de gestão do risco inclui um apoio estruturado à articulação e análise dos trade-offs de risco‑retorno, incluindo o apetite ao risco da organização, com vista a informar as principais decisões de gestão. Envolve igualmente a revisão e atualização periódica do Statement de Apetite ao Risco, formalmente aprovada e divulgada no Relatório Anual Integrado, bem como a revisão regular das políticas específicas de gestão do risco, de forma a garantir a sua continua adequação e alinhamento com os objetivos estratégicos da organização.

Uma descrição detalhada dos intervenientes no modelo de governo do risco no Grupo EDP, bem como as respetivas responsabilidades e Risk Committees, está disponível no PDF abaixo.

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Modelo de Governo do Risco do Grupo EDP
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